✦ Para quem monta a escala
Você gera o mês a partir do modelo do setor, e o que sobra são os buracos de verdade — não a digitação. O resto do dia deixa de ser conferir planilha e virar mensagem no grupo: o plantão que abriu já foi oferecido a quem pode pegar.
É o produto rodando aqui na página. Só os dados são de mentira.
Sem cadastro, sem instalar nada.
O setor tem um modelo: quantos plantões por dia, qual turno, qual especialidade, quanto paga. Você manda gerar o mês e ele nasce inteiro — com os valores já preenchidos, não R$ 0,00 para você corrigir um por um.
O que sobra em aberto é buraco de verdade, e ele fica visível no painel em vez de aparecer na véspera.
Faltou alguém no sábado. Em vez de você abrir a agenda de cinco pessoas na cabeça, o sistema mostra quem escalar — só quem pode assumir aquele plantão, ordenado pelo que ESTE plantão cobra, com o motivo em uma linha.
Quem estourou descanso, quem não tem a especialidade do setor e quem declarou ausência já ficaram de fora antes de você olhar.
O médico não pode fazer o plantão dele e passa para os colegas que fazem o mesmo tipo de escala. Quem topar assume, e a troca fica registrada com quem entrou no lugar de quem.
Você é informada, não consultada — e não precisa mais ser a pessoa que autoriza troca por mensagem às 22h. Se preferir, a coordenação pode exigir aprovação.
O ponto é batido no celular, no começo e no fim do plantão, com registro de onde a pessoa estava. Atraso e falta aparecem no dia, não no fechamento.
O plantão só é dado por concluído quando a saída é batida perto do fim do turno — que é o que faz a conta do mês bater com o que aconteceu de verdade.
No dia 30 não tem apuração: o consolidado já existe, com plantões, horas, atrasos, faltas e valor por profissional. Você exporta em CSV e manda para o financeiro.
Essa conversa acaba com número. O placar de equidade mostra, por pessoa, quantas noites, quantos fins de semana e quantos feriados — com a média do grupo como régua. Quem não pegou nada aparece zerado, que é justamente quem a lista costuma esconder.
É uma régua para a sua decisão, não uma regra do jogo: a oferta de plantão continua chegando a todo mundo que pode pegar, e quem aceita primeiro leva.
Sai em CSV também.
Aquela que só você sabe mexer, que quebra quando alguém ordena a coluna errada e que ninguém consegue tocar nas suas férias.
A versão que circula sempre desatualizada. Cada um passa a ver a própria escala no celular, no calendário dele.
"Você consegue cobrir amanhã?" vira uma vaga aberta que chega sozinha a quem pode pegar.
CRM, RQE e certidões ficam no cadastro do médico, com validade — e o aviso vem antes de vencer.
Interjornada, carga semanal e especialidade do setor são conferidas na hora de escalar. Você não escala errado sem querer.
Plantões, horas, atrasos e valores já estão somados. Você confere, não digita.
Não precisa ser o hospital inteiro de uma vez. Um setor, um mês — e você decide se vale para o resto.