✦ Para hospitais e serviços de plantão
A escala do mês montada a partir de modelos, a vaga anunciada para quem pode assumir de verdade, o ponto batido no lugar certo e o mês fechado com valor por plantão. Sem planilha, sem print de escala e sem descobrir no dia 30 quem trabalhou.
Gratuito para o hospital. Leva um minuto, e você já pode anunciar plantão. Veja quem já está aqui.
4,9/5 nas avaliações — milhares de médicos já usam a adm.doctor no dia a dia.
Startup incubada na Inova USP
A escala do seu hospital passa a existir dentro de uma rede de profissionais que já chegam com registro no conselho conferido, documento com validade e histórico à vista. A vaga que o seu quadro não cobrir não precisa virar telefonema: ela alcança quem pode assumir de verdade.
Ninguém aqui é um cadastro. Cada um foi conferido.
Não é uma apresentação de slides. É o produto rodando no seu navegador — os dados é que são de mentira.
Prefere ver com a sua escala? Marque uma conversa de 30 minutos.
A adm.hospital nasceu dentro da adm.doctor, que há anos cuida da parte burocrática e contábil de milhares de médicos. Quem já é de casa não precisa de implantação longa: o médico já tem conta, já tem registro conferido e já sabe usar o aplicativo.
Cadastro do hospital, setores, equipe, escala, ponto e fechamento funcionam hoje. A fatura do plantão saindo direto do fechamento, dentro da adm.doctor, é a etapa seguinte. A adm.doctor já emite nota há anos; o que falta é o cano entre os dois, e enquanto ele não existir não colocamos data aqui.
O custo escondido de cobrir um plantão não é achar o médico — é o que vem depois: pedir CRM, pedir RQE, pedir certidão, conferir se venceu, refazer tudo no mês seguinte.
Aqui a documentação já veio junto com a pessoa. O registro no conselho é conferido uma vez e vale na rede inteira; os documentos têm data de validade e o sistema avisa antes de vencer; o convite para a sua equipe sai por e-mail já organizado.
Escala em planilha erra em silêncio. O erro aparece na fiscalização, na ação trabalhista ou na conta do mês. Aqui ele aparece na hora de escalar — que é quando ainda dá para corrigir.
Quem saiu às 7h não é escalado às 13h. A regra de interjornada é do hospital, e o sistema recusa quem estourar.
Teto de horas por semana por pessoa. Passou do limite, o nome não entra na escala.
UTI pede quem faz UTI. Sem a especialidade exigida pelo setor, o profissional não aparece como candidato.
A alçada existe antes, não no fechamento: plantão acima do teto do setor precisa de aprovação para ir ao ar.
Férias, congresso, licença. A data indisponível bloqueia a escala em vez de virar um telefonema às 22h.
O check-in registra se a pessoa estava no endereço do setor. A cerca marca, não barra — plantão não pode parar por causa de GPS, mas fica registrado.
No fim do mês, o consolidado já está de pé: quantos plantões, quantas horas, atrasos, faltas e quanto cada profissional tem a receber. Sai em CSV para a folha ou para o financeiro.
E toda mexida fica registrada: quem mudou o quê e quando. Quando alguém pergunta por que o plantão do dia 12 mudou de nome, a resposta está na tela, não na memória de quem estava de plantão na coordenação.
A vaga que ninguém do seu quadro pegou não precisa virar telefonema. Ela vai para o mural público, aparece na busca de quem procura plantão na sua região e entra na lista de médicos verificados que aceitam plantão perto de você — com registro conferido e histórico à vista.
O aviso automático da vaga no WhatsApp do médico está desligado de propósito: não ligamos disparo de mensagem antes de o produto rodar com os primeiros hospitais.
A escala não vive sozinha: ela conversa com o prontuário e com a folha. É para onde estamos indo, e é honesto dizer em que pé está.
Escala, fechamento e equidade saem em arquivo hoje — é o que a maioria dos hospitais realmente usa para levar dado para a folha.
Interface própria para o seu time de TI ler a escala e ser avisado quando um plantão muda. Está sendo construída — previsão para o 1º trimestre de 2027.
Integração direta com o prontuário. Depende da API acima e de projeto com o hospital — não existe hoje, e não vamos dizer que existe.
A escala é dado sensível de trabalho, não dado de paciente — e essa separação é proposital: a adm.hospital não guarda prontuário. No dado do médico somos controladores; no que for do hospital, operadores.
Coordenação vê o seu setor; direção vê o hospital; o médico vê o que é dele. Sem "todo mundo é admin".
2FA opcional por aplicativo autenticador, política de senha e convite por e-mail com prazo.
Registro de quem fez o quê, e o médico pode levar os próprios dados — portabilidade é direito dele, não favor nosso.
Nada. Não há mensalidade, adesão nem taxa por plantão preenchido, e não intermediamos pagamento. E não é promoção: dinheiro nenhum circula entre nós e o hospital, nas duas direções — nem para cá, nem para lá. É a única forma de garantir que contrato, plano ou fatura jamais mexam em quem pega o plantão. A escala responde a descanso, especialidade e equidade. A mais nada.
Hoje não. Escala, fechamento e equidade saem em CSV, que é o que a maioria dos hospitais de fato usa para levar dado à folha. A API e os webhooks estão sendo construídos — previsão para o 1º trimestre de 2027 —, e o conector direto com o prontuário depende dessa API e de projeto com o hospital.
Não existe projeto de implantação. O hospital cadastra setores e modelos de escala e convida a equipe por e-mail ou por planilha. Se o corpo clínico já é adm.doctor, o médico já tem conta e registro conferido. O começo costuma ser por um setor.
Não. A escala é dado de trabalho, não dado de paciente, e a separação é proposital. No dado do médico somos controladores; no que é do hospital, operadores.
Impede na hora de escalar: interjornada, carga semanal, especialidade do setor, ausência declarada e teto de valor barram o nome antes de o plantão ir ao ar. A única que registra sem barrar é a cerca eletrônica do ponto — plantão não pode parar por causa de GPS.
Ela vai para o mural público, aparece na busca de quem procura plantão na região e entra na lista de médicos verificados perto do hospital. O disparo automático no WhatsApp segue desligado de propósito até rodarmos com os primeiros hospitais.
Você mesmo cadastra o hospital agora — é gratuito e não tem projeto de implantação. Se preferir conversar antes, a gente conversa.